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13 Dez 18


A Internet das Coisas (IoT – Internet of things)

Com a revolução tecnológica, o conceito de Internet das Coisas ou IoT, é um conceito que começa a adquirir uma importância crescente. Fenómeno actual, em contínuo desenvolvimento, vai moldar o futuro de forma inédita. Com possibilidades infinitas, a IoT está a revolucionar a nossa relação com a tecnologia, a forma como interagimos com o mundo e vice versa, mas principalmente, a forma de vivermos e trabalharmos.

 

A Internet das Coisas ou Internet de Tudo são todos os aparelhos e objectos (com capacidade computacional e comunicativa) conectados que comunicam entre si, através de sensores e softwares que transmitem dados a uma rede. Veículos, luzes de trânsito, lâmpadas inteligentes, são alguns exemplos do que hoje já existe na IoT, com o objectivo de processar dados para, por exemplo, monitorizar trânsito, estacionamento de veículos existentes, se utilize de forma mais eficiente a energia num edifício, entre outros exemplos que poderíamos mencionar.

Desta forma, a IoT já é uma realidade e não há forma de retrocedermos. Progressivamente, seremos “invadidos” por este conceito, com o objectivo de nos levar à convergência de um planeta mais inteligente, responsivo, confortável e produtivo.

De uma forma prática, exemplifiquemos a IoT com o frigorífico lá de casa. Imagine que ele avisava que havia um determinado alimento a acabar, pesquisava os mercados mais perto e com o melhor preço e, ainda, sugeria algumas receitas com esse mesmo alimento. Pode parecer futurista? A verdade é que, este é o caminho que estamos a seguir, para nos simplificar a vida e poupar-nos tempo.

O foco da IoT assenta em 5 pilares: habitações, automóveis, cidades, retalho e wearables. No entanto, as possibilidades são tantas que começam a gerar-se vários cenários: vantagens, mas também, desvantagens, oportunidades, riscos e desafios a ultrapassar.

Como vantagens há o enorme potencial em criar cidades inteligentes, pequenos negócios (quando um artigo é vendido sair uma notificação e actualização do stock automáticos), saúde (detectar sinais vitais, possíveis doenças),  empresas (levando à identificação de problemas, utilização de recursos, reduzir custos) e prever necessidades.

Já no que reporta às desvantagens, podemos falar em problemas de privacidade, objectos que podem ser hackeados, a quantidade de informação que estes dispositivos produzem e que as grandes empresas terão de descobrir meios e formas de os armazenar, rastrear, analisar e fazer uso dessa informação.

No entanto, a IoT e os dados por esta fornecidos é um exemplo vivo daquilo que passamos a ver, entender e usar a nosso favor com o avanço tecnológico. Agora, tudo está interligado de forma a termos acesso à informação.

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