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20 Dez 18


A importância da realização de backups

O procedimento de backup, seja corporativo ou residencial, tem como objectivo principal a realização de uma ou mais cópias de segurança fora do sistema principal, para que, posteriormente, seja possível a recuperação, em caso de algum tipo de desastre.

Vulnerabilidades como erros humanos ou de software, dados corrompidos, falha de hardware, invasões virtuais, furtos e eventos como inundações ou incêndios necessitam de medição para estabelecer qual o melhor plano de backup para cada situação.

Realizar testes de backup e recuperação de dados expõe possíveis falhas, seja em dados de um telemóvel ou de um grande datacenter. Estes testes são de grande importância, pois validam a escolha da tecnologia utilizada e apresentam métricas úteis como: o tempo parado para restaurar a actividade do sistema, caso haja um imprevisto.

A regularidade com que se deve realizar um backup, é consequência da frequência de mudança dos dados, do seu valor e do tempo de demora a fazer um backup.

Hoje em dia, existem imensas maneiras de realizar backups aos dados. Por exemplo, os discos (HDs externos), as memórias (pen-drives e SSD), os de gravação (CD-RW, DVD-RW, Blu-Ray), soluções em fita como drives LTO ou tape libraries, ou na cloud (nuvem), como é o caso da WebDrive da Weblevel (https://efeito.net/pt/servicos/webdrive).

 

Porque devo fazer backup aos meus dados?

Quando o hardware ou o computador deixam de funcionar, a informação lá contida poderá perder-se.  A importância de fazer um backup, para prevenir a perda de informação e garantir que há a possibilidade dos ficheiros serem recuperados, é muito grande.

Recomenda-se uma cópia completa dos dados, pelo menos uma vez por semana, geralmente durante finais de semana ou fora do horário comercial. Para ajudar nesse backup completo semanal, há empresas que agendam tarefas adicionais de backup incrementais ou diferenciais, (sendo as principais diferenças entre estes, o espaço exigido, o tempo de realização de cada processo e a forma de recuperação dos dados) copiando apenas os dados alterados desde o último backup completo.

 

7 boas práticas de backups

  1. Inicie, criando um bom backup de base. Certifique-se que no caso algo de algo correr errado há sempre a opção de restauração sólida, limpa e sem erros.
  2. Cuidado com a actualização do seu backup base. Independentemente, da frequência com que actualiza o backup, tenha sempre um backup limpo, de base para voltar, caso seja necessário. Só deve atualizar o backup de base quando completar algum marco importante.
  3. Proteja o seu backup. Geralmente o seu provedor de alojamento (https://efeito.net/pt/alojamento/ssd) ocupar-se-à de guardar as suas cópias. A Weblevel através da sua marca efeito.net possui backups diários e automáticos de todos os conteúdos alojados nos seus servidores.
  4. Tenha um bom sistema de gestão dos seus backups.
  5. Recuperar é importante. É conveniente que saiba usar as suas cópias de arquivos e sistemas para restaurar algum ambiente quando necessário. Teste a sua solução de backup para saber se ela é prática e fácil de ser accionada.
  6. Diminua a sua janela de backup e implemente uma rotina diária de backups.
  7. Escolha bem a sua hospedagem, numa empresa que ofereça backup virtual e automatizado.

 

A perda de dados causa danos irreparáveis. Como especialistas tecnológicos, possuímos soluções à sua medida para lhe apresentar. Contacte-nos:

22 938 42 18

comercial@weblevel.pt

https://efeito.net/pt/contactos

https://www.weblevel.pt/pt/contactos

 


18 Dez 18


Data Centers

Um data center é toda uma estrutura que possui um papel muito importante no bom funcionamento de diversos serviços, do nosso quotidiano e garante a continuidade de funcionamento de sistemas que processam diversos dados. Actualmente, tudo se encontra informatizado e portanto, o conceito de data center é muito importante em, praticamente, todos os sectores.

O data center ou centro de processamento de dados, é um local destinado à concentração de servidores, equipamentos de processamento e armazenamento de dados (storages) e activos de rede (switches, roteadores). São assim considerados, o sistema nevrálgico de uma empresa e espaços fundamentais para serviços e actividades económicas, como por exemplo a vida de uma cidade que está ligada ao bom funcionamento de vários data centers, para a iluminação, tráfego urbano, entre outros.

Os data centers processam grandes quantidades de informação, ininterrupta e confiavelmente, para que a organização que possui este sistema não sofra desvios ou quedas na operacionalidade dos seus serviços. Estão localizados em sítios com extrema protecção, instalados em armários metálicos, com monitorização de temperatura, com o objectivo de a manter estável e ter um ambiente de funcionamento optimizado. Possuem sistema contra incêndios e alguns, encontram-se em pisos elevados contra inundações.

Para uma estrutura adequada de funcionamento, um data center necessita de ter interacção com o tráfego de IP (Internet Protocol) e outros protocolos de comunicação que endereçam e encaminham os pacotes de dados que usam a rede mundial de computadores.

É, também, importante que o data center seja alimentado por um sistema que evite oscilações ou falta de energia eléctrica, o qual deve ser composto por no-breaks, geradores de potência e alimentação por mais de uma subestação. A segurança física é, também, algo importante, com câmaras de segurança e/ou uma equipa de segurança.

É, igualmente, significativo adoptar medidas para que, mesmo em caso de toda a protecção, possa ocorrer algum tipo de problema e seja necessário recorrer a backup automático, servidores virtuais ou outras soluções tecnológicas.

 

Os data center, encontram-se divididos em duas categorias principais:

– data center privado (PDC) – pertencentes e operados por instituições ou agências governamentais, com o objectivo de armazenarem dados de processamento interno e aplicações voltadas para a internet.

– internet data center (IDC) – gerenciados por serviços de telecomunicações, tem como principal objectivo fornecer serviços de hospedagem de sites e equipamentos de empresas, serviços de conexão de internet, armazenamento de conteúdo, entre outros.

Há 3 modelos de utilização dos data centers:

– corporativo monolítico – pertencente a uma única empresa e não é compartilhado.

-corporativo compartilhado – utiliza uma infraestrutura comum a diversas empresas.

-ASP (Provedor de Aplicação e Serviços) – utiliza toda a infraestrutura e sistemas através de um serviço alocado fora da empresa.

 

Um data center não tem um formato específico: uns são para simulações científicas, outros para que milhares de pessoas acedam ao mesmo aplicativo, outros, ainda, são de hospedagem de sites, entre outros. A forma como os dispositivos estão montados e configurados, varia muito. O denominador comum é a oferta de recursos de computação para vários tipos de negócios.

 

Na Weblevel pode encontrar todo o tipo de serviços, num data center em conformidade com as mais modernas práticas de segurança e certificações, desde: alojamento partilhado, alojamento dedicado, servidores dedicados, housing, entre outros.Top of Form

Se precisa de informações relativas a este assunto, estamos ao seu dispôr para, em conjunto, delinearmos uma estratégia para a sua empresa.

Contacte-nos via telefone, 22 938 42 18 ou por e-mail, comercial@weblevel.pt


13 Dez 18


A Internet das Coisas (IoT – Internet of things)

Com a revolução tecnológica, o conceito de Internet das Coisas ou IoT, é um conceito que começa a adquirir uma importância crescente. Fenómeno actual, em contínuo desenvolvimento, vai moldar o futuro de forma inédita. Com possibilidades infinitas, a IoT está a revolucionar a nossa relação com a tecnologia, a forma como interagimos com o mundo e vice versa, mas principalmente, a forma de vivermos e trabalharmos.

 

A Internet das Coisas ou Internet de Tudo são todos os aparelhos e objectos (com capacidade computacional e comunicativa) conectados que comunicam entre si, através de sensores e softwares que transmitem dados a uma rede. Veículos, luzes de trânsito, lâmpadas inteligentes, são alguns exemplos do que hoje já existe na IoT, com o objectivo de processar dados para, por exemplo, monitorizar trânsito, estacionamento de veículos existentes, se utilize de forma mais eficiente a energia num edifício, entre outros exemplos que poderíamos mencionar.

Desta forma, a IoT já é uma realidade e não há forma de retrocedermos. Progressivamente, seremos “invadidos” por este conceito, com o objectivo de nos levar à convergência de um planeta mais inteligente, responsivo, confortável e produtivo.

De uma forma prática, exemplifiquemos a IoT com o frigorífico lá de casa. Imagine que ele avisava que havia um determinado alimento a acabar, pesquisava os mercados mais perto e com o melhor preço e, ainda, sugeria algumas receitas com esse mesmo alimento. Pode parecer futurista? A verdade é que, este é o caminho que estamos a seguir, para nos simplificar a vida e poupar-nos tempo.

O foco da IoT assenta em 5 pilares: habitações, automóveis, cidades, retalho e wearables. No entanto, as possibilidades são tantas que começam a gerar-se vários cenários: vantagens, mas também, desvantagens, oportunidades, riscos e desafios a ultrapassar.

Como vantagens há o enorme potencial em criar cidades inteligentes, pequenos negócios (quando um artigo é vendido sair uma notificação e actualização do stock automáticos), saúde (detectar sinais vitais, possíveis doenças),  empresas (levando à identificação de problemas, utilização de recursos, reduzir custos) e prever necessidades.

Já no que reporta às desvantagens, podemos falar em problemas de privacidade, objectos que podem ser hackeados, a quantidade de informação que estes dispositivos produzem e que as grandes empresas terão de descobrir meios e formas de os armazenar, rastrear, analisar e fazer uso dessa informação.

No entanto, a IoT e os dados por esta fornecidos é um exemplo vivo daquilo que passamos a ver, entender e usar a nosso favor com o avanço tecnológico. Agora, tudo está interligado de forma a termos acesso à informação.


10 Dez 18


7 dicas para comprar online de uma forma segura

As compras e o comportamento dos consumidores estão a mudar. Quer seja da loja do outro lado da cidade ou da loja do outro lado do mundo, as compras no canal digital, são cada vez mais frequentes.

De acordo com o estudo elaborado pelo Observador Cetelem eCommerce 2018, nos últimos 12 meses, 25% dos Portugueses realizaram compras online e 96% dos inquiridos afirmam tencionar continuar a fazer.

Novas tecnologias, inovações, criatividade, descontos, foco no cliente, levaram à transformação da natureza das compras. Contudo, há ainda alguns factores a ter em conta no online, nomeadamente o tempo de espera e a segurança.

Então, como prevenir determinadas situações relacionadas com a segurança de compras online? Neste artigo, elaboramos um conjunto de medidas que deverá ter em conta.

– Confiança: Compre em lojas com as quais já esteja familiarizado, ou verifique as avaliações da loja por parte de outros consumidores;

– Apresentação de toda a informação: Verifique se a loja online apresenta toda a informação legal e jurídica importante para o consumidor, desde, formas de contacto, trocas, devoluções a formas de pagamento, são todas informações, que as lojas online devem conter de forma visível;

– Valor do produto: Verifique que o valor do produto é justo. Compare nos sites equivalentes e não se esqueça que há a possibilidade da alfândega reter a sua encomenda (caso esta venha de fora da União Europeia) e acrescer a despesa do produto. Controle todos os possíveis encargos;

– Cartões de crédito: Nas compras online, os cartões de crédito são uma boa opção, uma vez que a maioria dispõe de uma forte política de protecção ao cliente. Não guarde os dados do seu cartão de crédito ou débito online. Até pode ser mais prático, sendo cliente habitual, contudo não é recomendável. Para diminuir os riscos de fraude, opte pelo PayPal ou MB NET;

– Não use computadores públicos ou redes wi-fi abertas: Estas podem não ter recursos de segurança importantes e, desta forma, pode ficar exposto à possibilidade de terceiros acederem aos seus dados;

– Website seguros: De forma a garantir que a sua transferência é segura deve constar um cadeado na barra de endereço, no lado esquerdo do browser. O endereço deve começar por https:// ao invés do comum http://  ;

– Guarde documentos: Guardar todos os documentos relativos à compra é importante, se no futuro precisar de comprovar que pagou e, também, de definir as condições de venda.

 

Caso possua um comércio físico e queira torná-lo online, aproveitando, desde já, a época natalícia, contacte-nos: 22 938 42 18 ou comercial@weblevel.pt

Estamos ao seu dispôr para lhe apresentar as melhores soluções.


4 Dez 18


E-Commerce

Um dos fenómenos mais importantes da Internet e que cresceu rapidamente nos últimos anos, foi o e-commerce. E a previsão é a de um crescimento contínuo. Este tipo de comércio permite aos consumidores a compra de bens e/ou serviços sem as barreiras de tempo e/ou distância.

 

E-commerce ou comércio electrónico é toda e qualquer transação comercial, que envolve transferência de informação através da Internet. Há, no entanto, outro conceito – o de marketplace – que é muitas vezes confundido.

Enquanto no e-commerce, os produtos são de uma empresa única, instalada numa plataforma virtual própria, sem qualquer tipo de intermediário no processo de venda, o marketplace, apresenta uma plataforma comum, onde várias empresas vendem os seus produtos. Essa plataforma, intermedeia o processo de cobrança, e em alguns casos, também, a responsabilidade na garantia de entrega e qualidade do produto.

Para um lojista, a verdade é que o marketplace é, à primeira vista, muito mais atractivo, uma vez que já tem toda a estrutura montada. Contudo, o e-commerce oferece uma maior  liberdade, uma vez que é a própria pessoa que define toda a estrutura que pretende na sua loja virtual.

O e-commerce encerra dentro do seu conceito, dois conceitos básicos fundamentais ao seu desenvolvimento – a venda e o atendimento ao cliente – e, paralelemente, outros conceitos importantes como os de marketing, controle financeiro e de stocks.

Existem quatro tipos de e-commerce: B2B (Business to Business), B2C (Business to Consumer), C2C (Consumer to Consumer) e C2B (Consumer to Business). Enquanto o primeiro são negócios entre empresas, não sendo muito habitual; o segundo são negócios que se dirigem aos consumidores finais, como por exemplo a marca Continente online. Mais recentemente, temos o exemplo da Prozis, sem loja física e apenas online; já o terceiro, envolve transações entre dois consumidores, através de um marketplace como o OLX, por exemplo; e o último, o conceito mais recente a surgir no mercado, é quando um consumidor dá alguma ideia para desenvolver outros produtos gerando valor para o negócio.

O e-commerce proporciona amplas vantagens em termos competitivos com relação aos métodos tradicionais: é mais rápido, barato, conveniente, disponível 24/7, permite a fidelização de clientes através de promoções. Contudo, há ainda alguns factores a ter em conta no online, nomeadamente a segurança e o tempo de espera.

Há vários produtos para além dos habituais (como a moda ou a tecnologia) que podem ser comercializados online. A Inglesa de raízes Portuguesas, Farfetch, foi pioneira na abertura de um comércio electrónico sem stock físico, abrindo, desta forma, caminho para novos projectos e ideias, tais como: workshops, consultoria, cursos ou vídeos, tudo online.

Para tal, é necessário criar uma estratégia, percebendo quais os objectivos do negócio; dos serviços a prestar; fazer a segmentação dos clientes; definir a táctica de marketing digital a usar, apostando sempre em conteúdo de qualidade; controlar a gestão do stock e a logística de entrega; analisar todas as estatísticas; avaliar e gerir os resultados. Tudo isto leva ao objectivo claro de criar um funil de vendas – atrair tráfego, convertendo visitantes, relacionando leads e criar oportunidades de venda aos clientes.

 

Para criar um e-commerce/ loja online, encontramo-nos ao seu dispôr para lhe apresentar as melhores alternativas para tornar o seu comércio físico no melhor online! Possuimos um vasto portfólio de clientes nos quatros tipos de e-commerce mencionados.

Contacte-nos: 22 938 42 18 ou comercial@weblevel.pt


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