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Golpe pode roubar senhas do WordPress

17 de Abril, 2013

Além dos riscos para o próprio blog, esse ataque pode abrir uma porta para que os criminosos tomem controle do servidor

Segundo relatórios do HostGator e CloudFlare, um grande ataque foi lançado na internet para roubar senhas de blogs WordPress.

O ataque, que envolvería mais de 90 mil IPs, pretende usar força bruta para descobrir domínios com senhas padrão e perfis de usuários listados como admin. Em entrevista ao TechCrunch, Matthew Prince, CEO da CloudFlare, o grupo é extremamente organizado e teria controle de 100 mil robôs para realizar a tarefa.

Além dos riscos para o próprio blog, esse ataque pode abrir uma porta para que os criminosos tomem controle do servidor. Desse modo, o grupo por trás dos ataques construiria uma rede botnet muito mais poderosa. PCs comuns podem dar suporte a um grande ataque de negação de serviço, mas servidores têm acesso a mais banda e podem direcionar muito mais tráfego.

Se sua senha é fraca, esse é um bom momento para trocá-la. Escolha uma que misture letras, números e caracteres especiais. Além disso, um bom número de plugins para WordPress pode limitar o número de tentativas erradas de um IP. Isso dificulta a ação dos robôs, já que muitas senhas erradas são disparadas por um mesmo IP no processo.

Trocar o seu perfil de admin para um nome mais protegido também é uma ótima ideia. Evite usar o nome do seu cachorro na infância, ou algo que possa ser aprendido sobre você em redes sociais.

ExameAbril.com.br - 14/04/2013 12:13

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Quatro alternativas para substituir o Google Reader

17 de Abril, 2013

Cerca de oito anos depois do lançamento, o serviço de RSS do Google vai fechar, lançando muitos utilizadores na busca de outra opção. Uma análise a quatro serviços alternativos.

google10

Dependendo da pessoa a quem se fizer a pergunta, a grande notícia desta semana pode não ter sido a nomeação do Papa: a decisão do Google de fechar o Google Reader, um serviço de leitura de feeds RSS, tornou-se um dos temas mais debatidos no Twitter, motivou um número incontável de artigos, gerou protestos, paródias (como mais uma adulteração do já conhecido excerto do filme A Queda) e deu azo a petições.

De forma simples, RSS é uma tecnologia que permite receber os conteúdos de um site, ordenados cronologicamente – o utilizador pode lê-los num num serviço online, em aplicações móveis ou em aplicações no computador. O PÚBLICO, por exemplo, disponibiliza um feed com todos os artigos. Muitos sites permitem aos leitores seguirem apenas o que lhes interessa: secções específicas ou as notícias da primeira página. Praticamente todos os blogues incorporam esta tecnologia.

O facto de não haver uma alternativa óbvia ao Google Reader diz muito da promessa por cumprir em que a tecnologia RSS se tornou. Há uns anos, chegou a ser um símbolo de modernidade nos media que procuravam adaptar-se ao mundo digital. Na prática, foi difícil convencer muitos utilizadores da utilidade do RSS (e o facto de ter uma sigla de significado algo crítptico não ajudou). Mais recentemente, a prática de partilhar notícias e artigos nas redes sociais veio retirar importância ao RSS como forma de disseminação de conteúdos. Sem revelar números, mas explicando ter cada vez menos utilizadores no Reader, o Google decidiu pôr um fim ao serviço a 1 de Julho.

Há mais sites a escreverem sobre as alternativas do que alternativas propriamente ditas. De todas as sugestões que circulam na Web, seleccionámos quatro, considerando como critérios serem gratuitas, poderem ser usadas num browser no computador e também num telemóvel ou tablet, e terem um conceito de utilização pelo menos próximo do Reader. Desta lista, escolhemos um que nos pareceu, ao fim de um curto período de quatro horas de comparações, o melhor.

A lista de finalistas

The Old Reader
É uma espécie de clone do que o Google Reader era há algum tempo. Inclui funcionalidades sociais de partilha de artigos e permite seguir utilizadores e ser seguido – mas, pelo menos por ora, é pouco provável que um utilizador lá encontre os seus contactos.

Durante a tarde desta quinta-feira, o desempenho deixou algo a desejar, o que pode ser explicado pelo número de pessoas que presumivelmente estão a testar o serviço na sequência do anúncio de fecho do Reader. Segundo um aviso no site, foi precisamente o grande número de novos utilizadores que tornou impossível importar o ficheiro com todos os feeds do Google Reader (este ficheiro pode ser obtido através desta ferramenta e possibilita a transferência dos feeds para outro serviço).

The Old Reader não tem aplicações móveis, mas o site pode ser consultado num browser e ajusta-se ao ecrã pequeno dos telemóveis. Nestes casos, a experiência não é a melhor, mas o serviço é usável (excepto no browser do Windows Phone, onde não foi possível abrir os artigos dos feeds).

Feedly
O Feedly apressou-se a aproveitar a decisão do Google. Anunciou que, se os utilizadores importarem agora os seus feeds e se começarem a usar o serviço, não precisam de se preocupar com mais mudanças. O Feedly assenta no próprio Google Reader, mas está a trabalhar para poder em breve funcionar de forma independente.

O acesso ao site pode ser feito com a própria conta do Google e os sites seguidos ficam imediatamente disponíveis. Uma página chamada “Today” mostra artigos destacados com base na repercussão nas redes sociais.  Clicando em “All”, obtém-se uma mais tradicional listagem de artigos (é possível especificar qual destas duas páginas é exibida quando se entra no site).

Inicialmente, o Feedly mostra os artigos acompanhados de imagem e dispostos numa grelha, mas é possível escolher várias visualizações, incluíndo uma lista simples, como no Google Reader.

O serviço é mais complexo do que o do Google Reader e tem imensas opções de configuração (tipo de letra,  cores, acções de empresas cujo desempenho em bolsa pode ser seguido), mas a maioria destas opções podem ser ignoradas e o Feedly está praticamente pronto a usar sem ser preciso tocar nestes parâmetros.

O site activa ainda uma ferramenta (que pode ser desligada) e que surge em todos os outros sites, no canto inferior direito, permitindo partilhar a página aberta nas redes sociais ou guardá-la para ler mais tarde no próprio Feedly.

Está disponível como aplicação nativa para Android e iOS.

Skimr
O Skimr leva a simplicidade ao limite. É fácil importar os feeds do Reader, embora estes tenham demorado cerca de dez minutos até finalmente aparecerem na página.

O Skimr não permite fazer mais nada para além de ler o título, um excerto e continuar a leitura no site de origem. Não lista sequer a quantidade de itens por ler (o que até pode ajudar a reduzir o stress de ter a leitura em atraso), não inclui funcionalidades de partilha, nem opções sofisticadas de visualização.

O site pode ser acedido no browser do telemóvel sem problemas e, dada a simplicidade, foi o que se revelou mais rápido. Este é o maior trunfo do Skimr, um serviço que só apelará a quem procurar uma experiência muito minimalista ou a quem queira uma forma rápida e prática de carregar os feedsno telemóvel sem instalar uma aplicação nativa.

Netvibes
O Netvibes é um veterano no campo dos serviços de informação personalizada. Permite ter uma página com várias “caixas”, onde é possível listar vários tipos de informação, desde notícias a meteorologia. Saltando esta funcionalidade, porém, o Netvibes pode ser configurado e usado como um leitor simples de RSS.

É uma boa alternativa ao Reader. Para começar, porque permite usar praticamente todo o espaço de ecrã para a leitura de feeds: do lado esquerdo está uma barra com os sites seguidos e a área principal oferece uma listagem simples. Tal como acontece também no Feedly, cada artigo pode ser aberto e lido no serviço, guardado para ler mais tarde e partilhado em redes sociais.

O Netvibes tem, ainda em versão alfa, um site desenhado especificamente para iPhone, outro para telemóveis Android (ambos funcionaram bem) e um terceiro site para iPad.

A recomendação
A possibilidade de uma configuração apurada, a par de uma interface intuitiva e um design elegante levam-nos a recomendar o Feedly para quem esteja à procura de substituto para o Google Reader.

 

  – Público.pt

 

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Endereços portugueses vão deixar de ser responsabilidade da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN)

3 de Abril, 2013
dominiosPT
Por CLARA VIANA  -  http://www.publico.pt/autor/clara-viana

A gestão do domínio .pt vai ser entregue a uma associação de direito
privado, que iria ser constituída para o efeito, confirmou esta terça-feira
no parlamento a secretária de Estado da Ciência, Leonor Parreira.

Até agora esta missão estava atribuída à Fundação para a Computação
Científica Nacional (FCCN), que iria ser integrada na Fundação para a
Ciência e Tecnologia (FCT).

O decreto-lei que consagra esta transferência encontra-se para promulgação
em Belém, indicou o ministro da Educação, Nuno Crato.

Segundo Luís Fazenda, deputado do Bloco de Esquerda, esta mudança está a
criar pânico nas instituições de ensino superior, já que a FCCN tinha a seu
cargo toda a rede electrónica do superior e também a biblioteca on-line.

Crato respondeu, lembrando que esteve recentemente com os presidentes do
Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) e do Conselho
Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) e que nada lhe
foi transmitido.

Segundo Leonor Parreira, a transferência da gestão do domínio pt para
privados visa garantir a sua auto-sustentabilidade financeira.

O nome de domínio corresponde ao endereço que é comummente utilizado para
aceder a um site. Neste caso, o domínio pt diz respeito a todos endereços
portugueses, ou seja, aqueles que terminam com .pt.

Público 2013-03-26

 

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Parece mentira… mas não é !!!!

1 de Abril, 2013

Os novos preços da WEBLEVEL que entraram em vigor hoje 1º de Abril, são espetaculares  que parece mentira !!!

Vejam mais detalhes em www.efeito.net.cara de espanto

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Domínios .in

1 de Março, 2013

Para garantir que encontra o nome certo para o seu site adicionamos na lista de registo de domínios da efeito.net o .IN.

Existem mais de 200 domínios de topo disponíveis para os seus projetos, se não encontrar o que precisa, consulte o nosso departamento comercial.

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